QRX 2011 – finalmente algum sinal de vida

Finalmente a Quatro Rodas colocou no ar o site do evento QRX 2011. Tudo bem que as inscrições ainda não estão disponíveis – ao menos até o momento, sexta-feira, 19 de agosto, 13h.

O site já está no ar, com algumas (poucas) informações a respeito do evento. Nós, fãs do evento, aguardamos ansiosamente o início das inscrições e reservas. As passagens pra São Paulo já estão compradas.

Agora é só aguardar…


Diário de bordo – interessantes coincidências

O que fazer quando há pouco o que se fazer? Pois aqui me encontro, num vôo Belém – Rio, pela Tam. Escolhi um horário bem ingrato, que parte às 2h40. Mas tudo bem. Certas coisas podem ser relevadas quando optamos mudar um pouco de rotina – se é que posso considerar que tenho uma.

Uma amiga veio me deixar no aeroporto, uma gentileza e tanto, e ponto pra ela. Ao chegar no saguão, encontro filas enormes para fazer o check-in. Pelo visto não fui só eu quem escolhi um horário ingrato. Optei por agilizar o meu lado e fiz o procedimento utilizando um terminal, e apenas despachei a bagagem. Fiquei com a sensação de que não houve muito ganho, mas a fila ao lado realmente assustava.

Como de praxe, comi um pão de queijo com coca-cola, dessa vez não na Casa do Pão de queijo, e sim no La Selva, onde também comprei a Super desse mês (cuja capa explora o que Jesus fez dos 12 aos 30 anos).

Mais uma longa fila para entrar na área de embarque, mas essa foi rápida. Moedas, chaves, celulares: tudo na bandeja. Ao menos consegui ficar com o cinto! Um trabalho a menos.

Mais uma fila para entrar no avião… a essa hora, a mochila carregando um note de 15.6″, um net de 11.6″ e uma camera fotográfica, os 7kg nas minhas costas começou a pesar. Nada que os bancos no caminhos não ajudassem a aliviar.

Detalhe: minha poltrona era 3D. Uau… tudo bem, nada de óculos efeitos especiais, e sim um porta sardinha. Nunca me senti tão confinado dentro de uma aeronave. Parece que o aperto não tem limites. Me senti tão incomodado que postei no twitter um comentário a respeito. O curioso foi que logo em seguida fui convidado a sentar-me numa das poltronas conforto – aquelas localizadas nas saídas de emergência. Ótimo. Minhas pernas – que nem são tão longas assim – agradecem.

O vôo, até o momento está agradável, com pequenas turbulências. Lanche já foi feito: coca cola, waffer de chocolate e torrada com polenguinho. Nada mal dividir um bloquinho desse queijo para duas torradas. :-)

Enfim, puro gesso (como nos ensinou o professor JK Bechara). Pra quem não captou, vai a tradução: por hoje é só. Espero que esses dez dias em ares mineiros renovem meu pique e purifiquem minha alma para retornar à minha rotina. Rotina? Não, isso definitivamente não me pertence!


QRX 2011 – Quatro Rodas e o desrespeito aos fãs

A Quatro Rodas, que promove o Quatro Rodas Experience há seis anos, está deixando os fãs do evento a ver navios. A data prevista para a edição deste ano, o QRX 2011, seria entre os dias 22 e 26 de junho. Porém, até hoje, 20 de maio, não há nenhuma informação oficial sobre a realização, inscrição, enfim, nada que permita a quem pretende participar, se organizar, comprar passagens aéreas, reservar hospedagens.

Pesquisando nos comentários das publicações, encontrei uma informação não oficial de que o evento só ocorreria de fato em setembro de 2011, de acordo com a agenda de reservas do Autódromo de Interlagos (disponível aqui).

Para um evento que pretende reunir um grande número de participantes, o relacionamento com o público está muito aquém do esperado.


Carnaval não é feriado!

É, eu também não sabia, mas o habito provoca grande mudanças. E o carnaval não é feriado nacional!

O mais interessante é a velha máxima de que o “ano só começa depois do carnaval”. Ou seja, o brasileiro só começa o ano depois de um feriado que nem existe! O mesmo brasileiro que reclama trabalhar x dias por mês só para pagar imposto, não percebe o quanto enrolamos (me incluo) em “feriados” e enforcamentos dos mesmos. Parece que comemoramos cada vez que vemos um dia em vermelho na “folhinha”. Aposto que isso ajuda a encarecer o nosso tão famigerado “custo Brasil”.

Nesta página do site Guia Trabalhista podemos encontrar um texto bastante explicativo sobre as definições a respeito de feriados e o carnaval.

Esse carnaval já acabou. E que venha o próximo.


Livros que li: Startup

Startup, livro de entrevistas de Jessica Livingston, mostrou-se envolvente e classifico-o como leitura obrigatória para os empreendedores da área de T.I. Para os leitores de outras áreas, pode se tornar uma leitura um pouco chata, por trazer tanta história relativa à tecnologias.

Para nós, cada relato conta um pouco do que aconteceu até os dias de hoje, mostrando-nos como pessoas comuns, sem poderes sobrenaturais, criaram produtos e serviços tão interessantes.

São diversos pontos de vista, cada um com suas peculiaridades, que permite ao empreendedor identificar-se com ao menos um dos cenários expostos. Eu consegui identificar em praticamente todas as narrativas fatos que foram úteis para me manter motivado a seguir o meu caminho.


Livros que li: Os segredos da mente milionária

Livro de T. Harv Eker, Os segredos da mente milionária aborda as formas de agir e pensar de pessoas ricas. Resume esse modo de agir e pensar no que o autor chama de “arquivos de riqueza”, propõe declarações e atividades que devemos praticar caso desejemos de fato nos tornar pessoas ricas.

E leitura em si é leve, mas o assunto pode se tornar pesado, de acordo com cada leitor, pois para atingir o sucesso é necessário mudar.

Não podemos conseguir resultados diferentes fazendo a mesma coisa. E mudar, sair da zona de conforto, é o grande obstáculo. Relutamos ao máximo quando nos deparamos com a necessidade de mudar o nosso comportamento. Outra barreira também está na (in)ação. Ter boas idéias é importante, mas agir é essencial. Sem ação, não há resultados.

O livro está mais que recomendado. Muitos irão relutar, e continuarão pensando da mesma forma – e obtendo os mesmos resultados. Àqueles que se permitirem mudar, provavelmente terão uma boa surpresa. Nos vemos lá.


Livros que li: Vendendo software

Esse livro, Vendendo Software, de Aisa Pereira, foi muito bem recomendado por Marcélio Leal (@marcelioleal), durante uma de nossas conversas sobre startups (aliás, meu Startup, de Jessica Livingston, acabou de chegar). E foi uma daquelas compras por impulso que você não se arrepende depois. O livro realmente cumpre o que promete, e defende a tese de que é mais fácil alguém técnico tornar-se um bom vendedor que pegar um vendedor e fazê-lo entender toda a parte técnica – algo que eu concordo!

A leitura é de forma geral bastante agradável. Eu senti algumas pequenas dificuldade na fluência do texto por algumas frases muito longas, com construções um pouco complicadas, mas nada que chegue a prejudicar o entendimento. O livro aborda toda uma metodologia desde o começo do processo, e traz informações realmente valiosas. Para vendedores experientes, pode até parecer algo muito trivial, mas para quem ainda não desenvolveu essa habilidade, o livro traz a tona diversos aspectos importantes que dá subsídios a nós, pessoas com conhecimento técnico, criar coragem, pegar o telefone e tentar fazer uma venda.

Leitura recomendada, agora também por mim, para todos aqueles que são da área de TI, e que precisam, de alguma forma, vender o próprio peixe. Esse livro abrirá de forma incrível seus horizontes na área de vendas.


Livros que li: Casais inteligentes enriquecem juntos

Livro de Gustavo Cerbasi, aborda de forma direta conceitos financeiros que podem ajudar bastante quem está começando a vida economicamente ativa, e serve de referência também para quem já viveu bastante.

Traz dicas e conselhos, conta histórias de sucesso e de fracasso, que podem ajudar bastante as pessoas que querem ter sua independencia financeira. Como qualquer leitura, só ler não muda o comportamento, mas serve como um bom guia para a mudança.

Para mim, foi uma leitura rápida e gostosa. Me impressionou bastante e já indiquei o livro para várias pessoas, emprestando para algumas e presenteando outras. Muitos esbarram no “casais” e “juntos”. Sempre peço para focarem no “inteligentes enriquecem”. O livro é importante mesmo antes de começar um relacionamento, pois ajuda a identificar perfis financeiramente incompatíveis. Vale a leitura.

Se quiser comprá-lo online, ele está disponível no Submarino


Internet e telefonia em Belém

É, hoje estou fora de Belém, mas tenho acompanhado o sofrimento daqueles que dependem de alguma forma dos atuais provedores para ter acesso à rede mundial de computadores.

Quase toda semana temos notícia de que algum dos fornecedores de acesso à internet deixou de funcionar por algum motivo. Até a Embratel que historicamente tem qualidade bem acima da média, tem deixado seus usuários à deriva neste mar, embora com frequência menor que seus concorrentes.

Em relação à qualidade, a minha experiência de usuário classifica os serviços de telefonia em Belém assim: Vivo, Oi, Claro e Tim. Se bem que, entre Claro e Tim, não sei qual é a pior.

A Vivo tem um bom histórico de disponibilidade e cobertura, boa velocidade e bom atendimento. O problema é o preço, mas que é compensado pela qualidade acima da média.

A Oi peca por falhar muito no atendimento, tanto através do site quanto pelo atendimento telefônico. Alias, essa de ficar tentando fazer com o que o computador reconheça as suas necessidades através da voz, é uma desgraça pura.

A Oi ainda mantém uma infraestrutura ineficiente de internet cabeada sucateada, lenta, oferencendo baixas velocidades e uma instabilidade constante.

A Tim é ineficiente em várias frentes ao mesmo tempo. Serviço ruim, cobertura razoável, atendimento péssimo. A única vantagem talvez seja o preço, mas não confiaria na Tim como minha primeira opção.

Já a Claro chegou em Belém como uma “alternativa”, mas até hoje não se posicionou de forma decente no mercado. Parece que é só mais uma operadora.

No final das contas, acho que todos estamos aguardando ansiosamente a chegada da Embratel com as suas soluções agressivas de alta velocidade e preço compatível ao de uma cidade do porte de Belém. O cabeamento está sendo feito, e agora é só esperar.

Espero que dias melhores aguardem por nós


Livros que li: O monge e o executivo

Li essa semana o livro “O monge e o executivo” (The Servant). De leitura simples e clara, o livro traz vários conceitos sobre liderança, usando como contexto um encontro de um pequeno grupo de profissionais com um monge.

Livro de leitura obrigatória para quem deseja empreender em qualquer área, desde uma pequena empresa, um lar, até para altos executivos. Foca no amor, um sentimento / comportamento necessário para exercer a liderança baseada na autoridade, e não no poder.

Trabalha conceitos e conflitos trazidos pelos personagens, de acordo com suas áreas de atuação e suas histórias.

Recomendo.


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