Diário de bordo – interessantes coincidências

O que fazer quando há pouco o que se fazer? Pois aqui me encontro, num vôo Belém – Rio, pela Tam. Escolhi um horário bem ingrato, que parte às 2h40. Mas tudo bem. Certas coisas podem ser relevadas quando optamos mudar um pouco de rotina – se é que posso considerar que tenho uma.

Uma amiga veio me deixar no aeroporto, uma gentileza e tanto, e ponto pra ela. Ao chegar no saguão, encontro filas enormes para fazer o check-in. Pelo visto não fui só eu quem escolhi um horário ingrato. Optei por agilizar o meu lado e fiz o procedimento utilizando um terminal, e apenas despachei a bagagem. Fiquei com a sensação de que não houve muito ganho, mas a fila ao lado realmente assustava.

Como de praxe, comi um pão de queijo com coca-cola, dessa vez não na Casa do Pão de queijo, e sim no La Selva, onde também comprei a Super desse mês (cuja capa explora o que Jesus fez dos 12 aos 30 anos).

Mais uma longa fila para entrar na área de embarque, mas essa foi rápida. Moedas, chaves, celulares: tudo na bandeja. Ao menos consegui ficar com o cinto! Um trabalho a menos.

Mais uma fila para entrar no avião… a essa hora, a mochila carregando um note de 15.6″, um net de 11.6″ e uma camera fotográfica, os 7kg nas minhas costas começou a pesar. Nada que os bancos no caminhos não ajudassem a aliviar.

Detalhe: minha poltrona era 3D. Uau… tudo bem, nada de óculos efeitos especiais, e sim um porta sardinha. Nunca me senti tão confinado dentro de uma aeronave. Parece que o aperto não tem limites. Me senti tão incomodado que postei no twitter um comentário a respeito. O curioso foi que logo em seguida fui convidado a sentar-me numa das poltronas conforto – aquelas localizadas nas saídas de emergência. Ótimo. Minhas pernas – que nem são tão longas assim – agradecem.

O vôo, até o momento está agradável, com pequenas turbulências. Lanche já foi feito: coca cola, waffer de chocolate e torrada com polenguinho. Nada mal dividir um bloquinho desse queijo para duas torradas. :-)

Enfim, puro gesso (como nos ensinou o professor JK Bechara). Pra quem não captou, vai a tradução: por hoje é só. Espero que esses dez dias em ares mineiros renovem meu pique e purifiquem minha alma para retornar à minha rotina. Rotina? Não, isso definitivamente não me pertence!

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